Cherry @ 05:21

Sex, 05/11/10

Tu olhas para uma pessoa, uma pessoa que sabes que não é uma pessoa qualquer, porque o teu olhar fixa-se nela e quando ela olha para ti e sente o mesmo que tu, sentes que alguma coisa vai acontecer. Não sabes nada ainda, mas intuis, intuis com os teus sentidos, com o teu corpo e às vezes com o teu coração que aquela pessoa pode ter qualquer coisa para te dar, que não sabes o que é, mas sabes que um dia vais descobrir e que esse dia pode ser nesse momento, e é então que tiras os dados do bolso e os lanças para cima da mesa. Quando nos interessamos por alguém, nunca sabemos no que vai dar. Lançamos os dados como quem os deixa cair quase por acaso e muitas vezes nem queremos saber quanto deram: um e um, dois e quatro, três e três, cinco e dois, é sempre um mistério, porque a sorte também manda na vida, manda mais do que queríamos e menos do que gostávamos, por isso desconfiamos dela sempre que nos é favorável, mas aceitamos as suas traições como a ordem natural das coisas, por mais absurdas que sejam. Os dados caíram quando levantaste o copo e eu vi no chão seis e seis, vi-te a apanhar os dados e a rir, ouvi a tua voz e quando começámos a conversar, percebi que os dados estavam certos.



p a t @ 14:48

Sex, 05/11/10

 

e eu gostei imenso deste teu post +.+
sinceramente, nem sei pq continuo a escrever para ele . já nem sequer gosto dele, já ultrapassei , mas é institivo . assim que pego numa caneta, começo a escrever e só me saiem coisas sobre ele .
baah .

Daniela @ 17:38

Sex, 05/11/10

 

Aqui há uns tempos encontrei este texto e adorei-o, expressa uma altura da minha vida que naquele momento não me saía da cabeça :$
Este texto está completamente maravilhoso, expressa tudo aquilo que queremos dizer e por vezes não encontramos palavras para tal ...
Beijinho*